Saúde e SUS no Brasil precisam é de boa Administração
A Saúde é uma área tão importante e crítica que para uma pessoa se tornar médico(a) demora 7 anos. A mesma seriedade deveria existir para a gestão da Saúde no Brasil através do SUS mas não é assim que acontece.
O Sistema Único de Saúde foi criado em 1988 tinha um objetivo claro: universalizar o atendimento aos brasileiros, que, em troca, pagam altos impostos. Como é de conhecimento público, não foi isso o que aconteceu. Passados 22 anos, usuários enfrentam filas e esperam meses e até anos para conseguir realizar uma cirurgia eletiva – os procedimentos não emergenciais. Seria ainda pior se parte da população – 26,3% – não tivesse abandonado o SUS, pagando um valor extra por planos privados de saúde.
Especialistas são unânimes quanto ao remédio que poderia curar o SUS: mais dinheiro. Nas contas de Ligia Giovanella, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, ligada à Fundação Oswaldo Cruz,o Brasil precisaria ao menos dobrar os recursos destinados ao setor. Mas não é fácil, uma vez que boa parte do Orçamento federal é comprometida com outras despesas. E não é tudo. Além de mais dinheiro, o SUS precisa de mais gestão.
O desejado choque de gestão deveria começar pela própria administração do sistema, defendem especialistas. "Os gestores do SUS são, em sua maioria, indicados por motivos políticos, mas a saúde é uma área que requer conhecimento técnico amplo em todas as etapas: planejamento, execução e avaliação dos resultados", diz Newton Lemos, consultor em Serviços de Saúde da Organização Mundial da Saúde. "Não é uma coisa que qualquer profissional – que não de carreira – pode fazer".
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Óculos de sol é fundamental para a saúde e não vaidade
A grande maioria das pessoas se protege dos efeitos nocivos dos raios ultravioleta do sol passando protetor solar, usando uma camiseta de algodão e colocando um boné ou chapéu na cabeça.
Muitos, no entanto, se esquecem de acrescentar a este conjunto um bom par de óculos de sol, uma falha que pode colocar os olhos em risco, dizem os oftalmologistas. Os raios ultravioleta, ou UV, podem causar prejuízos significativos aos olhos desprotegidos, resultando em uma série de doenças e distúrbios que podem levar à cegueira.
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Sexo tem vários benefícios para a saúde: veja 8 deles
Que o sexo te faz bem, isso todos nós concordamos. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual.
A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.
Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso separamos 8 benefícios que a prática do sexo traz para sua saúde:
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Precisa reduzir o colesterol ? Veja algumas dicas
Vamos pegar o resultado do exame de sangue e está lá: colesterol em níveis bem mais altos do que o recomendado…
E agora, o que fazer para baixar o colesterol ? Veja nossas dicas:
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Obesidade e Mal de Alzheimer estão relacionados, mostra estudo
Além de provocar sérios problemas de saúde como doenças no coração, diabetes tipo dois hipertensão e alguns tipos de câncer, cientistas descobriram que o sobrepeso também fazem mal ao cérebro.
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Você dorme pouco ? Cuidado, tem mais risco de ter doenças cardiovasculares
Uma pesquisa publicada na revista Sleep revela que dormir pouco ou demais pode aumentar os riscos de desenvolver doenças cardiovasculares. De acordo com o estudo, o risco é 2,2 vezes maior nos 8% das pessoas analisadas que disseram dormir 5 horas por noite ou menos – incluindo sonecas durante o dia – do que entre aquelas que dormiam 7 horas.
Entre os 9% da população estudada que dormia 9 horas por dia ou mais, o risco de desenvolver algum tipo de doença cardiovascular também se mostrou elevado: 1,5 vez maior do que entre aqueles que dormiam 7 horas.
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