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Saúde
Dependentes químicos – clínicas de tratamento no Rio Grande do Norte
A lista abaixo contém uma série de clínicas para tratamentos de dependentes químicos no Rio Grande do Norte.
A lista original foi publicada pela ABEAD e estamos divulgando-a de modo a tornar mais fácil encontrar essa informação para os dependentes químicos e seus familiares.
Caso você conhece alguma outra clínica para tratamento de dependentes químicos que não listamos, por favor entre em contato e nos informe os dados para divulgarmos nesse espaço.
Caso sua cidade não esteja listada isso não significa que ela não contra com clínicas de tratamento para dependentes químicos. Você pode obter informações junto ao Conselho de Entorpecentes do estado, o orgão mais isento para dar orientações sobre tais clínicas de tratamento de dependentes químicos.
Lembre-se que o tratamento dos dependentes químicos é um negócio – por isso quando mais isenção melhor.
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Categories: Drogas Tags: dependente químico, drogas
Adriano, do Flamengo, e o alcoolismo: mais uma vítima
Adriano é mais uma vítima da terrível doença que é o alcoolismo – nesse caso uma pessoa famosa, com muita divulgação na mídia. O problema que vive é muito divulgado mas em nada é diferentes das milhares de pessoas que estão doentes, dependentes do álcool.
Adriano serve para alertar quem ainda insiste em encarar o alcoolismo como uma coisa menor, boba, que “uma cervejinha não faz mal”. Ele tem uma grande quantidade de recursos para buscar um tratamento para sua dependência e mesmo assim não consegue – infelizmente grande parte dos alcoólatras não tem sequer uma fração desses recursos
Para quem torce por Adriano sua recuperação como jogador profissional parece cada vez mais longe enquanto ele não buscar um tratamento para sua dependência, assumindo que tem um problema sério.
Toda a conduta de Adriano mostra a de uma pessoa gravemente de pendente do álcool: Read more…
Categories: Drogas Tags: alcoolismo, doença
Dependentes químicos – clínicas de tratamento em Brasília
A lista abaixo contém uma série de clínicas para tratamentos de dependentes químicos em Brasília – DF.
A lista original foi publicada pela ABEAD e estamos divulgando-a de modo a tornar mais fácil encontrar essa informação para os dependentes químicos e seus familiares.
Caso você conhece alguma outra clínica para tratamento de dependentes químicos que não listamos, por favor entre em contato e nos informe os dados para divulgarmos nesse espaço.
Caso sua cidade não esteja listada isso não significa que ela não contra com clínicas de tratamento para dependentes químicos. Você pode obter informações junto ao Conselho de Entorpecentes do estado, o orgão mais isento para dar orientações sobre tais clínicas de tratamento de dependentes químicos.
Lembre-se que o tratamento dos dependentes químicos é um negócio – por isso quando mais isenção melhor.
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Categories: Drogas Tags: dependente químico, drogas
Procura do tratamento para a dependência química do crack
O crack surgiu nos Estados Unidos na década de 1980 em bairros pobres de Nova Iorque, Los Angeles e Miami. O baixo preço da droga e a possibilidade de fabricação caseira atraíram consumidores que não podiam comprar cocaína refinada, mais cara e, por isso, de difícil acesso. Aos jovens atraídos pelo custo da droga juntaram-se usuários de cocaína injetável, que viram no crack uma opção com efeitos igualmente intensos, porém sem risco de contaminação pelo vírus da Aids, que se tornou epidemia na época.
No Brasil, a droga chegou no início da década de 1990 e se disseminou inicialmente em São Paulo.
O consumo do crack se alastrou no País por ser uma droga de custo mais baixo que a cocaína refinada (em pó). Para produzir o crack, os traficantes utilizam menos produtos químicos para fabricação, o que a torna mais barata. Ou então utilizam produtos químicos mais baratos, altamente tóxicos, para fazer o crack render mais como cal, cimento, querosene, ácido sulfúrico, acetona, amônia e soda cáustica.
Para popularizar o crack e aquecer as vendas, os traficantes esgotavam as reservas de outras drogas nos pontos de distribuição, disponibilizando apenas as pedras. Logo, diante da falta de alternativas, os usuários foram obrigados a optar e aderir ao uso.
Onde procurar tratamento para a dependência química do crack
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Categories: Drogas Tags: cocaína, crack, dependente químico
Álcoolatras Anônimos: veja se é a hora de procurá-los
Quanto mais rápido você reconhecer a possibilidade de ser um alcoólatra, mais “fácil” é o tratamento.
A lista abaixo foi retirada do site do A.A (Álcolatras Anônimos) mostrando os sinais que você podem estar se tornando um alcoólatra.
Se você responder sim a quatro perguntas ou mais abaixo é possível que você tenha um sério problema com a bebida e esteja a um passou de se tornar alcoólatra, se é que já não se tornou. Procure ajuda o mais rápido possível
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Categories: Drogas Tags: alcoolismo
Crack, uma “bomba” para os dependentes químicos
A dependência química de cocaína é um vício perverso e a medida em que o dependente vê seus recursos financeiros se esgotando, ele tende a passar para uma outra forma de consumo de cocaína, o crack, que é mais barata mas produz danos maiores e mais rápidos à saude.
O crack é obtido a partir da mistura da pasta-base de coca ou cocaína refinada com bicarbonato de sódio e água. É aquecido a mais de 100o. C e passa por um processo de decantação, em que as substâncias líquidas e sólidas são separadas. A porção sólida esfria e gera a pedra de crack, onde ficam concentrados os princípios ativos da cocaína.
Como o crack é feito de forma clandestina (criminosa) e em ambientes sem nenhuma condição de higiene, existe uma grande diferença no nível de pureza do crack. Além disso, muitas vezes os traficantes, para conseguir que ele renda mais, adicionam substâncias como cal, cimento, querosene, ácido sulfúrico, acetona, amônia e soda cáustica, todas tóxicas ao organismo.
Enquanto a cocaína em pó leva cerca 15 minutos para chegar ao cérebro e fazer efeito depois de aspirada, a chegada do crack ao cérebro é quase imediata: de 8 a 15 segundos, em média. O feito inclui sintomas como euforia, agitação, sensação de prazer, irritabilidade, alterações da percepção e do pensamento, assim como alterações cardiovasculares e motoras, como taquicardia e tremores.
Como o crack devasta a saúde do dependente químico – efeitos neurológicos
O crack pode prejudicar a inteligência dos dependentes químicos, alterando a capacidade de solução de problemas e processamento das informações.
Outros efeitos neurológicos do consumo do crack incluem prejuízos à memória, atenção e concentração.
Também é muito comum o desenvolvimento e agravamento da impulsividade, o que leva os indivíduos a fazerem escolhas mais imediatistas, sem avaliar as consequências para o futuro.
Além disso não é incomum o desenvolvimento de transtorno bipolar pelos dependentes químicos do crack. O uso do crack pode provocar transtorno bipolar, resultado do mecanismo de rápida e intensa euforia, logo após o uso da droga, que logo é substituída pela depressão, quando o usuário está em abstinência.
O efeito do uso crack no organismo dos dependentes químicos
Como o crack devasta a saúde do dependente químico – efeitos físicos
Os danos físicos que o crack provoca no organismo dos dependentes químicos começam nas vias aéreas e vão até o cérebro, depois estendendo-se para o resto do organismo.
Doenças pulmonares, cardíacas, problemas digestivos são alguns dos problemas que o crack causa no organismo dos dependentes químicos.
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