Creatina liberada no Brasil

Vilã ou aliada? A creatina, uma das melhores amigas dos praticantes de musculação, foi liberada, finalmente, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida faz parte de uma resolução, aprovada no dia 27/04/2010, com novas regras para alimentos usados por esportistas.

Bastante consumida, mesmo quando era proibida, ela é usada para impulsionar os níveis de força, acentuar ganhos no tamanho e na força do músculo e prevenir danos no tecido muscular, que pode ocorrer após exercícios intensos.

A creatina é uma substância que tem ocorrência natural no corpo humano, sendo a principal fonte de energia dos músculos.

Nosso organismo pode armazenar mais creatina do que normalmente produz (cerca de 2 gramas por dia). Através do saturamento por creatina conseguimos obter os seguintes resultados:

  • aumento do volume celular e com isso dos músculos;
  • melhora da definição muscular ( a creatina drena líquido extracelular para dentro da célula);
  • aumento da energia armazenada, o que pode melhorar a resistência, a força e diminuir o tempo de recuperação entre os treinos.

A administração da creatina deve ser realizada em duas fases de saturação com administração diária entre 15 – 30 gramas de creatina por dia durante o período de de 5 a 7 dias, em doses fracionadas de 5 gramas e fase de manutenção que irá variar de 5 a 10 gramas a ser administrada por dia. Essa variação depende do peso da pessoa que está usando a creatina.

A creatina deve ser administrada juntamente com uma solução de glicose ou qualquer outra fonte de carboidrato simples para que sua absorção  seja otimizada

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