Creatina, se até o Kaká se beneficiou com ela, você também pode

Depois de sete anos de exílio no mercado negro, a creatina prepara sua volta ao comércio brasileiro, reabilitada e livre das suspeitas de risco para a saúde que a baniram das prateleiras.

Combustível para o ganho de força e massa muscular, ela acaba de ganhar status de alimento, deixando para trás o passado que permitia sua venda apenas sob a forma de medicamento, o que exigia receita.

Com a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em breve a substância será encontrada em supermercados, lojas de suplementos esportivos, postos de conveniência e farmácias do país. Qualquer pessoa poderá comprá-la. Mas, segundo a Anvisa, só atletas de alto rendimento esportivo devem fazer uso dela.

Quem tem alguma experiência na musculação prov­­avelmente já ouviu na creatina. Disponível geralmente em pó, mas também na versão líquida ou em tabletes (mais comum em artigos importados), ela é um composto de aminoácidos (arginina, metionina e glicina) produzido em pequenas quantidades pelo organismo e presente em alimentos como arenque, cavalinha (peixes) e carnes vermelhas.

Trata-se de um dos suplementos mais consumidos no mundo. Um levantamento publicado na Revista de Nutrição em 2002, quando o comércio por aqui contava com o respaldo da lei, mostrou que 38% dos alunos de academias nacionais tomavam pelo menos um complemento alimentar. Desses, 10% eram de adeptos da substância.

Até mesmo em clubes profissionais o uso era notório – o ganho de massa do jogador Kaká no início da carreira nos gramados foi atribuído, em parte, à suplementação com ela.


Fonte: menshealth

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