Hérnia de disco: sem tratamento a coluna pode ser ainda mais prejudicada

A hérnia de disco é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam como “amortecedores” naturais do impacto entre elas. Assim, quando a estrutura se desloca, acaba comprimindo os nervos da região e causando dores e até incapacidades motoras. No entanto, quando não tratada, a hérnia de disco pode causar problemas mais graves, podendo até levar o paciente a ficar tetraplégico em casos extremos.

“Ao não tratar a hérnia de disco adequadamente, além de lidar com as dores e desgastar ainda mais as vértebras, os pacientes podem sofrer com problemas decorrentes da doença. Já, quando diagnóstica – de acordo com o caso, a doença pode ser tratada por meio de fisioterapia, medicamentos (prescritos por um médico) e exercícios físicos bem orientados, como pilates e musculação”, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta osteopata e fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.

Hérnia de disco

Segundo pesquisa publicada na Revista da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos, apenas 10% das hérnias de disco necessitam de cirurgia para serem tratadas, ou seja, tratamentos convencionais como a fisioterapia, medicamentos prescritos por um médico e exercícios físicos podem solucionar 90% das hérnias.

“A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor é de aproximadamente 37 anos e pelo menos há uma década, em 76% dos casos, há antecedente de dor lombar. Com estes estudos sendo apresentados, muitos pacientes têm evitado a cirurgia no primeiro momento e buscado técnicas como a Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral, que une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão e do Stabilizer – equipamento que condiciona o paciente a usar o músculo transverso do abdômen, e exercícios de musculação”, completa o fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.


Fonte: Portais da Moda

3 thoughts on “Hérnia de disco: sem tratamento a coluna pode ser ainda mais prejudicada

  1. A questão central, caro administrador, é que no caso dos estudos sobre a relação entre a bactéria e os problemas gástricos, havia um trabalho inovador que trazia um avanço real para a medicina, já no caso caso do uso destas macas, o eu uso é um retrocesso científico, pois elas estão sendo usadas contra as evidências científicas. No trabalho sobre a bactéria, por outro lado, foram mostradas novas evidências e não algo absurdo.

    Esta é a diferença entre a real ciência e o embuste.

    Dr Henrique da Mota, MD
    Ortopedia e Cirurgia da Coluna
    Especilista pela Université de Lyon – França

  2. Dr. Henrique,

    o site Saúde e Força não indica tratamentos ou defende alguns procedimentos em detrimento de outros. Aconselhamos que todas as pessoas procurem médicos de sua confiança antes de adotar qualquer medida que envolva sua saúde.

    Médicos e outros profissionais da saúde não necessariamente tem a mesma opinião sobre determinados fatos porque em última instância são… seres humanos, e a multiplicidade de visões é uma característica nossa.

    O que o site Saúde e Força procura sim fazer é mostrar as diferentes opiniões que existem, sem tomar partido de nenhuma delas. Esse é um procedimento sensato pois como todos sabemos, a história da Medicina é repleta de controvérsias entre os especialistas e várias áreas existem opiniões radicalmente opostas e, mais interessante, embasadas em estudos científicos !

    Além disso, todos temos direito à informação. Nenhuma área do saber tem o direito de “encastelar” seu conhecimento privando as pessoas, que em última instância, pagam os salários dos médicos de informações que podem trazer esclarecimento sobre sua saúde.

    Apenas para lembrar: as pessoas, até pouco tempo atrás a grande maioria dos médicos acreditava que a gastrite era provocada por stress e não levavam a sério a possibilidade de uma bactéria estar envolvida. Foi preciso, de uma maneira radical, um pesquisador tomar solução contendo bactérias para desenvolver a gastrite e mostrar sua cura. Ganhou um prêmio Nobel por desafiar o “conhecimento médico embasado em estudos científicos que existam”…

  3. Na qualidade de médico especialista em ortopedia e cirurgia da coluna, não posso me abster de emitir uma opinião apoiada em dados científicos contra estas opiniões levianas, e venho denunciar a irresponsabilidade da divulgação de informações falaciosas como esta em informativos leigos.

    A Reconstrução Músculo Articular da coluna Vertebral é uma união de técnicas inúteis e sabidamente ineficazes que buscam apenas dar apoio comercial a profissionais que não guardam mais nenhum compromisso com a verdade ética e científica, sendo apenas mercadores da saúde, prestando um grande desserviço à sociedade nesta prática já condenada pelos estudos científicos.

    Dr Henrique da Mota, MD
    Ortopedia e Cirurgia da Coluna
    Especilista pela Université de Lyon – França

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