Mononucleose: beijo na balada pode trazer essa doença

Beijo na boca é bom e todo mundo gosta. Até mesmo nosso corpo e mente. Porém o beijo, na verdade o fato de beijar vários na mesma balada, o famoso “ficar”, aumente em muito o risco de contrair uma doença séria, a mononucleose.

Com a moda de beijar várias pessoas em uma mesma balada, aumenta o risco de pegar mononucleose infecciosa ou com o vírus da herpes. Em apenas 1ml de saliva de alguém contaminado, estão presentes 500 mil exemplares da bactéria Streptococus mutans, responsável pelas cáries, além de 250 outros organismos nocivos à saúde bucal.

Entre esses 250 outros organismos nocivos está a mononucleose infecciosa, conhecida como a doença do beijo. Presente em gotículas de saliva, o vírus invade as células que revestem a garganta e o nariz e pode desencadear uma série de infecções no organismo. A doença fica incubada entre 30 e 45 dias, e o período de transmissão chega a durar um ano ou mais.

Alguns médicos estimam que boa parte da população tem mononucleose pois é muito comum confundir a mononucleose com um resfriado forte, sendo que, em alguns casos, o paciente não apresenta sintomas.

A mononucleose é causada pelo vírus Epstein-barr, e os sintomas mais comuns são febre, dor de garganta, inflamação dos gânglios linfáticos e mal-estar generalizado.

Segundo o infectologista Alexandre Cunha muitas pessoas tomam antibióticos e saram por completo sem ao menos desconfiar de que se tratava de outra doença, pois a inflamação na garganta é semelhante à amigdalite causada por bactérias.

Mononucleose: um pouco mais de informação sobre essa doença

  • Mononucleose só se pega um vez pois ela confere imunidade permanente ao paciente;
  • A mononucleose atinge, principalmente, pessoas entre 15 e 25 anos;
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  • A duração da mononucleose varia e pode chegar a três semanas na fase aguda. Em algumas pessoas, a doença se manifesta de forma mais rigorosa, mais por se tratar de uma doença benigna não é comum esse tipo de manifestação.
  • Nas pessoas que a mononucleose se manifesta de forma mais rigorosa, o paciente pode apresentar inflamação no fígado, levando à hepatite. Nesses casos, o baço aumenta de volume, surgem icterícia e edemas em volta dos olhos. Mais raramente, alguns pacientes podem ter inflamações no tecido e revestimento cerebral (encefalite e meningite), convulsões e alterações nervosas.
  • O tratamento é repouso e a administração de corticoides, em situações mais complicadas

Beijo é muito bom, mas pode trazer mononucleose, a doença do bejio

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