Radicais livres: muito falados pouco compreendidos

Milhões de produtos com suposto potencial anti-envelhecimento são hoje fabricados e vendidos com base na teoria sobre o papel dos radicais livres no envelhecimento, sustentando uma indústria multimilionária.

Graças à sua apresentação ao público não como uma teoria, mas como uma verdade científica, tornou-se conhecimento corrente do público que os radicais livres são ruins e os antioxidantes são bons.

Mas será que os radicais livres e os antioxidantes realmente desempenham sempre esses papéis?

Os radicais livres são átomos com elétrons desemparelhados, o que os torna extremamente instáveis e prontos a ceder ou capturar elétrons de outras moléculas, causando dano oxidativo nesse processo.

Isso geralmente não é um problema em indivíduos saudáveis, já que os antioxidantes naturais do corpo são suficientes para manter os radicais livres sob controle. Mas coisas como o passar dos anos, o tabagismo e a poluição parecem aumentar a produção e o acúmulo de radicais livres.

E é isto – além de um estilo de vida pouco saudável – de acordo com a teoria do envelhecimento causada pelos radicais livres, a razão pela qual se dá o envelhecimento, com uma rápida deterioração dos tecidos e órgãos, ocasionando doenças e, eventualmente, a morte.

Radicais livres fazem parte da nossa vida e agora começam a ser questionados se realmente são os responsáveis pelo envelhecimento do nosso corpo

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