Sobre a inocuidade e a imunidade dos remédios homeopáticos

Para realmente conhecermos a homeopatia, é importante falarmos sobre dois aspectos muito mencionados por quem que estuda sobre esse tratamento natural: a inocuidade a imunidade

A suposta inocuidade da homeopatia

Se fossemos nos basear no que diz a medicina ortodoxa, sintética, poderíamos alegar a respeito da ausência total de toxicidade dos medicamentos preparados segundo a técnica homeopática, uma vez que essa medicina, até bem recentemente, não havia reconhecido o menor valor terapêutico a homeopatia, objetando a falta de princípios ativos nesses preparados. Entretanto, reconhece-se agora que se pode perfeitamente detectar vestígios do medicamento até a nona diluição centesimal.

É certo também que o produto medicamentoso empregado para obter o remédio nele está presente em quantidades tão ínfimas que seu uso, mesmo prolongado, não expõe ao risco de provocar nenhum sintoma de intoxicação ou de alergia. Já não se pode dizer o mesmo dos medicamentos ortodoxos.

Às vezes pode acontecer que o doente apresente reações aos medicamentos prescritos, sobretudo se for a primeira vez que ele utiliza os remédios homeopáticos e se houver casos de hipersensibilidade pessoal. Pode ocorrer efetivamente, no organismo doente, uma crise de limpeza ou de descarga de toxicidades desencadeada pela ação medicamentosa (o que prova, uma vez mais, a realidade efetiva da ação terapêutica da homeopatia). Essas crises são, porém, absolutamente inofensivas e até salutares, pois sua existência comprova uma boa defesa por parte do organismo, sendo totalmente naturais, ajudando muito na volta do estado de saúde.

Foto mostrando tratamento de cachorro com homeopatia
A homeopatia é utilizada em tratamentos de animais que não sofrem efeito placebo e nem são sugestionáveis

A não imunidade dos remédios homeopáticos

Ao contrário dos remédios utilizados agora pela medicina ortodoxa, cuja influência é cada vez mais brutal, o medicamento homeopático não apresenta o fenômeno da imunidade, consequência previsível de uma saturação do organismo, independentemente do uso e da duração da prescrição. Um remédio homeopático, quando é corretamente indicado, e, sobretudo se é prescrito na época exigida pelas fases da doença em curso, age sempre, todas às vezes, e nas mesmas condições patológicas, ele determina os mesmos efeitos curativos.

Não se deve temer, como no caso dos medicamentos quimioterápicos, uma saturação do organismo e um choque terapêutico, os quais se devem mais à intoxicação medicamentosa do que a uma reação salutar durante a evolução da doença.

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