Câncer de mama, os três tipos de biopsia para diagnóstico
Apesar da grande importância da mamografia para o diagnóstico do câncer de mama, o diagnóstico definitivo só pode ser feito com uma biópsia.
Existem três maneiras de fazer a biopsia para detecção do câncer de mama:
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Câncer de mama, diagnóstico e tratamento
O câncer de mama é uma dos tipos mais comuns de tumores malignos em todo o mundo.
Nos Estados Unidos, por exemplo, calcula-se que 1 em cada 9 mulheres americanas será vítima de câncer de mama ao longo da vida. Embora o Brasil não tenha estatísticas tão precisas, elas devem se parecidas com as americanas.
Caso você esteja lendo esse artigo por suspeitar que está com o câncer de mama ou esteja procurando mais informações após ter o diagnóstico confirmado, você deve se lembrar que existe uma associação, hoje mais do que nunca errada, do câncer de mama com à morte e mutilação do corpo da mulher.
A evolução da medicina tem aumentado muito as chances de cura, enquanto que a cirurgia conservadora e a cirurgia plástica vêm corrigindo a potencial mutilação causada pela doença.
O câncer de mama constitui tumor freqüente na população mundial, mas é um dos tipos de câncer para as quais mais se tem opções de tratamento na atualidade. São raríssimas as pacientes que não obtém benefício de, ao menos, uma modalidade de tratamento disponível.
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Câncer de mama em homens, você também está sujeito
Quando se fala em câncer de mama, é comum imaginar a doença nas mulheres. Mas os homens também podem ter este tipo de câncer, que pode matar se não for descoberto no início.
A cada 100 diagnósticos de câncer de mama, um é feito em homens. O risco aumenta depois dos 35 anos. Geralmente este tipo de câncer acomete o homem de idade mais avançada, sendo mais freqüente na faixa etária de 50 e 60 anos, e representa apenas 0.6% de todos os outros tipos de câncer que atingem o homem.
A estimativa do Instituto Nacional do Câncer, órgão ligado ao Ministério da Saúde, é de que surjam cerca de 250 casos novos em todo Brasil, a cada ano.
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Mamografia: 40% dos mamógrafos da rede pública estão inutilizados
A mamografia é um dos recursos mais importantes para a detecção precoce do câncer de mama e permite salvar a vida de muitas mulheres. o Câncer de mama mataria 25 a 30% menos apenas se as mulheres após 50 anos fizessem uma mamografia anualmente.
No entanto 40% dos mamógrafos da rede pública estão inutilizados segundo relatório do Tribunal de Contas da União.
No estado do Rio, a média de inatividade dos aparelhos é de 38%. Eles estão quebrados, sem manutenção ou não há profissionais para operá-los.
De acordo com o levantamento, os 1,7 mil mamógrafos disponíveis para atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) seriam capazes de atender todas as brasileiras com idades entre 50 e 69 anos, alvos de campanhas do Ministério da Saúde contra o câncer de mama. Entretanto, só 35% desse público é atendido.
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Categories: Doenças Tags: câncer de mama, mamografia
Câncer de mama, a história da cirurgia para tratamento
O moderno tratamento do câncer de mama tem início no fim do século XIX com William Halsted que criou a cirurgia que leva seu nome, também conhecida por Mastectomia Radical.
Esse brilhante cirurgião percebeu que era necessário barrar as células cancerosas ao redor da mama, retirando-se todos os tecidos vizinhos. Isso incluía toda a mama, a pele, o músculo peitoral que está sob a mama e os gânglios axilares. Com isto, Halsted conseguiu as primeiras curas da, até então invariavelmente, fatal enfermidade.
A cirurgia de Halsted foi, durante várias décadas, considerada o tratamento padrão para o câncer de mama; mas a mutilação causada por ela era muito grande, fazendo com que outros cirurgiões questionassem a necessidade de se remover, por exemplo, todo o músculo peitoral.
A mastectomia radical modificada – ou cirurgia de Pattey – veio substituir a cirurgia mais tradicional, sendo menos mutilante e permitindo uma reconstrução com melhores resultados estéticos. Mas mesmo a cirurgia de Pattey implica numa perda completa da mama.
Alguns cirurgiões, a partir dos anos 70, conseguiram mostrar que a cirurgia conservadora da mama podia apresentar os mesmos resultados de cura da mastectomia radical modificada, sem o trauma da perda da mama e da desfiguração do corpo da mulher.
Impulsionados pelos trabalhos pioneiros de Veronesi, os mastologistas hoje tentam, quando possível, realizar a cirurgia conservadora, que consiste na retirada do tumor da mama, mais uma margem de segurança de tecido sadio ao redor do nódulo, ficando o restante da mama intacto.
A quantidade de tecido a ser retirada depende do caso, podendo variar de um quarto da mama (“quadrantectomia”) até cirurgias com pequenas margens (“tumorectomia”). As cirurgias conservadoras são ainda conhecidas como “setorectomia”, “nodulectomia” ou “lumpectomia”, variando apenas quanto a pequenas detalhes técnicos.
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Categories: Doenças Tags: câncer de mama, mastectomia
Cãncer de mama: musculação pode diminuir dor
Por décadas os médicos alertaram as pacientes submetidas à mastectomia (cirurgia de retirada das mamas) que levantar pesos ou mesmo carregar compras muito pesadas podiam causar dores e piorar os linfedemas (acúmulo de líquido nos braços que causa dores nos braços e nas mãos). Novas pesquisas mostram, porém, que esse tipo de exercício pode ser positivo para essas pacientes. O estudo, conduzido por Karthryn Schmitz, da Universidade da Pensilvânia, foi publicado no início deste mês no periódico New England Journal of Medicine. Read more…
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