Efeitos da talassoterapia

Vamos dividir os efeitos da talassoterapia em:

  • fisiológicos;
  • mecânicos e;
  • químicos.

 

Efeitos fisiológicos da talassoterapia

O tratamento marinho, graças à combinação harmoniosa dos três fatores que o compõem, age de incio sobre o conjunto do metabolismo orgânico que ela estimula, facilitando tanto a assimilaçao dos alimentos como sua desassimilação ; logo, age como um tratamento por desintoxicação.

Os efeitos fisiológicos são ao mesmo tempo tônicos, estimulantes e reconstituintes.

 

Efeitos mecânicos da talassoterapia

Ao lado dessas consequências puramente fisiológicas inerentes à ação do clima marinho em seu conjunto, deve-se também levar em conta a ação estritamente mecânica exercida sobre o organismo tanto pelo vento como pelo próprio banho.

 

Ação da água

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A ação do banho de mar é exercida pela própria pressão da água, que aumenta proporcionalmente à sua quantidade de cloreto de sódio. A um banho marinho, tanto na praia coma na piscina (nesta, porém, em menor grau), segue-se um estado de descontração muscular e articular, assim coma uma estimulação da circulação dos vasos sanguíneos periféricos.

Ao contato com o banho frio , o volume do sangue que sai do coração aumenta em cerca de um quarto nos tecidos da pele e nos da derme; segue-se, coma resultado, uma maior oxigenação sobre o conjunto do organismo.

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Efeitos químicos da talassoterapia

A experiência provou que a pele não representa uma barreira intransponível para os íons. Os elementos minerais contidos nesta bacia eletrolítica que é a água do mar , vão se infiltrar através do tecido cutâneo, realizando, assim, uma remineralização do organismo, acompanhada de um aumento das oxidações e de uma maior atividade das trocas.

 

Tratamentos Marinhos

Associadas à helioterapia, esses tratamentos dirigem-se, em primeiro lugar, às pessoas que sofrem de tuberculose, às crianças com retardo de crescimento e de peso, aos indivíduos raquíticos e aos convalescentes de doenças graves ou prolongadas.

Estas últimas, alias cada vez mais desenvolvidas, reservam-se às sequelas de traumatismos (em particular aos ocasionados por acidente de trânsito) e de intervenções cirúrgicas sobre o sistema ósteo-articular e, finalmente, a todas as afecções ortopédicas e reumáticas crônicas, em particular as artroses.

Certas afecções do sistema nervoso, principalmente as sequelas de poliomielite e a esclerose beneficiam-se deste tipo de tratamento.

 

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