Fome oculta, consequência de dietas severas e vilã do emagrecimento

Fazer severas restrições alimentares não é a melhor maneira para eliminar os quilos extras. Como sempre, o segredo é o equilíbrio.

Muitas vezes, na ansiedade de reduzir calorias, deixa-se de ingerir fontes de vitaminas e minerais essenciais ao bom funcionamento do metabolismo. O risco, então, é ganhar peso. Ou, no mínimo, estacionar no peso.

A falta de nutrientes (vitaminas e minerais) no organismo pode desencadear a síndrome da fome oculta. É aquele estado em que o nutriente está em falta mas o corpo ainda não manifesta sinais de carência pra valer, a não ser no aspecto do peso. Por isso, o termo “oculta”.

Em geral, a fome oculta é lenta e silenciosa e não apresenta sintomas aparentes a curto prazo.

Entretanto, a médio e longo prazos aumenta os riscos para desenvolver doenças como osteoporose, câncer, diabetes, problemas cardiovasculares, hipertensão e envelhecimento precoce, explica a nutricionista carioca Andréa Ramalho, autora do livro Fome Oculta, editado pela Atheneu.

Sintomas da fome oculta:

– Dores musculares (quando o indivíduo pratica exercícios físicos e não repõe os nutrientes perdidos).
– Fraqueza, cansaço e indisposição.
– Dificuldade de concentração.
– Maior vunerabilidade a infecções.

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As carências relativas às vitaminas variam de acordo com o tipo de vitamina que se encontra em deficiência (A, B1, B6, B12, C, D, E, etc.). Já quanto às carências relativas aos minerais pode-se destacar a anemia (proveniente da ausência de ferro).

A melhor forma de prevenir ou recuperar uma pessoa debilitada com deficiência de vitaminas e minerais é manter uma alimentação balanceada (rica em frutas, verduras e legumes, bem como em carboidratos e proteínas).


Fonte: clicrbs.com.br, Nádia De Toni, 12/05/2010

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