Rapidez da ação dos remédios homeopáticos

Podemos afirmar que a homeopatia frequentemente age, e age rápido em um grande número de doenças que pedem, ou que exigem uma aplicação de medicamentos sem demora. Quando se diz urgência, na realidade supõe-se rapidez de ação e de intervenção. O remédio homeopático preenche perfeitamente essas duas condições.

Para citar apenas um exemplo tirado da história comum, lembraremos o da epidemia de cólera que assolou toda a Europa por volta do ano de 1830. Sabe-se que essa doença epidérmica e contagiosa, na época quase sempre fatal, manifesta-se brutalmente num indivíduo que parece estar com boa saúde, através dos seguintes sinais: resfriamento generalizado, vômitos, diarreia e cãibras musculares.

Os primeiros homeopatas da época administraram aos coléricos uma ou outra dos três grandes remédios de urgência, indicados conforme o tipo dos sintomas apresentados ou constatados, a saber: Camphora, Cuprum ou Veratrum album (a cânfora, o cobre e o helé-boro-branco ou flor-da-verdade) e tiveram a satisfação de constatar que, entre seus doentes, a taxa de mortalidade era sensivelmente inferior à dos pacientes tratados com os remédios clássicos.

foto mostrando atendimentos às vítimas da epidemia de cólera
Durante a epidemia de cólera na Europa em 1830 os remédios homeopáticos mostraram a rapidez de sua ação

Poder-se-ia objetar que, atualmente, a vacinação anticolérica – ilustração, entre outras, da lei da Analogia – suprimiu, em parte, esta doença de boa parte do mundo, mas o exemplo lembrado foi escolhido com o intuito de sustentar a tese da ação rápida do medicamento homeopático nos casos agudos.

Podemos estabelecer como lei, cuja eficácia e fidelidade os doentes tratados homeopaticamente constataram inúmeras vezes, que a doença em sua forma aguda, brutal e episódica (coma a gripe, por exemple), pode ver a rapidez com que sua evolução normal se inclina para a cura e seu ciclo mórbido se abrevia, graças a homeopatia.

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